Os três tipos de música do cristão

Até que ponto uma música pode influenciar nossa vida? Nós, cristãos, sabemos que existe diferença entre música do mundo e música cristã, como água e óleo não se misturam… certo?  Bom, posso dizer que há pessoas com sérias ressalvas quanto a isso. O tema dessa coluna será colocar em debate o poder da música na vida do ser humano… mais especificamente os “humanos cristãos”.

Todos nós sabemos que o homem tende a gostar de música, que possui uma atração visceral por música, já que ela agrega, distrai, transforma… opa, esse é o ponto que queria chegar. Pessoas mudam suas vidas através de um conjunto melódico tocada em ritmo por instrumentos em conjunto. É fato. Independente do contexto, cristão ou não, a melodia e letra de uma música altera o modo de agir e de pensar das pessoas. O que falar dos rockeiros da década de 80? As filosofias implantadas nas músicas mudavam a maneira de pensar de muitos jovens. Quando menos se esperava, cabelo, roupas, modo de agir e conduta eram mudados.

Existem três tipos de seleção musical que nós, como filhos de Deus, devemos ter: a música cristã, a música boa e a ruim. Aí você me pergunta: como assim música cristã e boa? Toda música cristã é boa. Nem sempre! Existem músicas cristãs sem nenhum fundamento bíblico ou carregadas de tanto misticismo que é impossível a mensagem ser passada. Uma coisa é certa: música boa é reconhecida, não importando se cristã ou não.

Entramos muitas vezes em um grande dilema. Se existe música boa, eu, como cristão, posso ouvir músicas seculares… Existem músicas seculares boas, que não denigrem o nome de Deus, pelo contrário até exaltam de certa forma, não pela intenção do cantor ou do autor, mas pela letra que ela trás. Músicas que falam de romance de forma respeitosa e pura, músicas que falam sobre a natureza de forma mais estética, etc. O fato é que, na questão música boa ou ruim, é preciso reter o que é bom, pois Deus honra a cada um pelo esforço em determinada área de suas vidas, independente da religião.

Mas a grande questão é: até que ponto essas músicas “boas” podem “influenciar” nossa vida? As músicas ruins nos afastam de todas as consequências boas que a música pode trazer, insistem na imoralidade, uma destruição de valores que não tem tamanho. Não preciso nem citar nomes. Por um lado precisamos tomar cuidado até com as músicas seculares boas que ouvimos. Reter o que é bom pode ser algo muito vantajoso, mas a base de tudo precisa ser Jesus, uma música romântica ouvida em determinado momento da vida não substitui em nada a transformação que uma música feita por Deus pode trazer em nossas vidas.

Precisamos ter as músicas cristãs como prioridade, pois a música em geral traz transformações que nem esperamos nas pessoas, mas a música que verdadeiramente nos conduz a reflexão e a mudança genuína de vida é a música que vem de Deus. Então que possamos ser influenciados por aquilo que vem do alto, pois foi Deus que fez a música. Não podemos duvidar da qualidade de músicas evangélicas, pois temos músicos muito bons hoje em dia, comprometidos em fazer boa música em todos os sentidos.

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