A TOCA E O ESPELHO

POR MICAH ABF

Em suas duas grandes obras, Alice no País das Maravilhas e Alice no País dos Espelhos, Lewis Carroll (Charles Lutwidge Dogson) faz um desafio à nossa lógica: “Como pode uma insana fantasia ter mais sentido do que nossa sã realidade?”. A princípio esse desafio não parece existir, mas quando devidamente analisados, ambos os livros expõem sua mágica. Lewis nos apresenta dois mundos distorcidos e incoerentes onde nossos pensamentos, palavras e atitudes são postos à prova. Duas longas e confusas viagens que nos mostram o quão distorcido o mundo a nossa volta se tornou. E através disso justifico a escolha do titulo “A Toca e o Espelho”. Eu proponho não somente que vejamos as distorções do mundo em que estamos, mas também do mundo que somos, para que possamos corrigir tais erros, tais distorções. A perfeição pode ser inalcançável, mas é nossa obrigação correr atrás dela.

Deus nos criou como os mais complexos dos seres. Quando comparado a nós, o universo torna-se finito. Somos capazes de coisas que estão muito além do que se quer imaginamos. Somos uma das maiores criações de Deus, e poucas são as vezes que nos lembramos disso.

A Bíblia não é apenas um livro de historias ou um manual de regras, nela está escrito muito mais. Quem somos? Como pensamos? Como sentimos? Os caminhos para alcançarmos essas respostas, quando não as próprias, estão na lá, basta procurar. E meu objetivo aqui será ajudá-los a encontrá-los, da mesma forma que espero que me ajudem.


A SALVAÇÃO

A cada dia temos visto nascerem no meio cristão, e também fora dele, diversas teorias e conceitos sobre a salvação, sua origem, seu propósito e suas exigências.  Muitas dessas teorias são claramente errônias, dotadas de conceitos fortemente distorcidos e parecem estar ganhando muita força em nosso meio. [Continue lendo]

A VERDADE

Vivemos hoje uma época marcada pelo agnosticismo (a falta de crença e descrença na existência de Deus), o pan-ateismo e o extremismo religioso. Porém não é sobre nenhum destes que escreverei este texto. Aqui escreverei sobre nós, jovens cristãos, perdidos em um mundo onde a religião parece não medir esforços para criticar a ciência, e alguns cientistas que parecem lutar insandessidamente para destruir a religião. [Continue lendo]

ENTRE A CRUZ E O CRUCIFIXO

Do Gênesis ao Apocalipse a Bíblia está repleta de símbolos e analogias. Cada um deles trazendo consigo um profundo significado, sendo que muitas vezes, mais de um. A cruz é um desses símbolos. Ao longo dos evangelhos e do Novo Testamento a cruz foi recebendo novos significados e novas formas. De símbolo de humilhação e morte, a cruz tornou-se símbolo de salvação, penitência, perdão, religião, entre muitos outros. [Contine lendo]

ONDE ESTÁ A DIFERENÇA?

Durante séculos, nós, cristãos, nos consideramos diferentes dos demais, nos consideramos os civilizados em meio aos bárbaros. De fato somos diferentes dos demais, porém, infelizmente, isso só tem se mostrado no lado espiritual. Durante os três primeiros séculos da era cristã, os cristãos foram acusados injustamente, perseguidos e mortos pelos romanos. No ano 325, Roma assume o cristianismo como religião oficial do império. Séculos mais tarde a igreja católica se torna a mais poderosa instituição sobre a Terra e inicia uma gigantesca caça as bruxas, condenando todos que se opunham a ela, sendo a maioria condenada à fogueira em praça pública, com a desculpa de que o único meio de salvar aquelas almas era a purificação pelo fogo. [Continue lendo]

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