A salvação

A cada dia temos visto nascerem no meio cristão, e também fora dele, diversas teorias e conceitos sobre a salvação, sua origem, seu propósito e suas exigências.  Muitas dessas teorias são claramente errônias, dotadas de conceitos fortemente distorcidos e parecem estar ganhando muita força em nosso meio. A salvação pelas boas obras, a obrigatoriedade do batismo para a salvação, a condenação apenas das pessoas de má índole ou a necessidade de pertencer a uma determinada religião ou denominação. Essas e muitas outras ideias com pouco, ou sem nenhum fundamento, têm se espalhado e criado um verdadeiro caos quando se fala em salvação. É importante que saibamos quais são as verdadeiras bases da salvação, para que não sejamos enganados, e também que tenhamos algo sobre o qual se firmar.

“Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça porque recebemos o castigo que nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraiso. Lucas 23: 39-43

De todas as passagens na biblía relacionadas a salvação creio que esta resume de maneira completa o significado da salvação trazida a nós por Jesus Cristo. Nos últimos momentos de sua vida, passando pela pior das condenações da época – a crucificação – esse malfeitor tem sua alma salva, graças a um simples ato: Acreditar.

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” Efésios 2: 8-9

Este homem, como a Bíblia relata, era um malfeitor, um malfeitor condenado, o que comprova que suas más obras pesaram muito mais na balança que suas boas obras. Porém não foi batizado, provavelmente não seguiu a Lei e nem ao menos se redimiu daquilo que havia feito de ruim, no entanto esse homem foi salvo por simplesmente entender que Cristo era o Filho de Deus e que ele fora condenado injustamente. E é apenas isso o necessário para que a graça da salvação também nos alcance: que reconheçamos a Cristo como Filho de Deus e que entendamos que ele foi injustamente condenado e sofreu por nossos pecados em nosso lugar. Não serão as boas obras ou o batismo que nos permitirão atingir a salvação, a salvação não é algo que podemos alcançar por nós mesmos, é algo que nos foi dado como um presente de Deus.

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